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5 de junho de 2011
Lá no fundo Deus me dizia...
Continuação do post anterior...
Resolvi dividir para não ficar tão cumprido, rs.
Então...quando eu senti aquela energia me envolvendo, meu coração se tranquilizou. Algo me dizia: Não é só isso. Não tenha pressa pois não será só isso!
Eu que sou ansiosa, ficava imaginando mil coisas. Mas...eu sentia, eu ouvia uma voz me dizendo: Filha você me pediu, estou te dando. Alguém sossegada, uma pessoa família, centrada, que tivesse sentimentos recíprocos aos meus, que enxergasse não apenas meus defeitos (tenho muitos, rs), que quizesse realmente estar ao seu lado e não á sua frente.
Realmente eu sei...Deus ouviu minhas orações e ainda mais, me ajudou a regar a sementinha da maternidade no coração do meu amor.
Se já estava escrito eu não sei, mas valeu a pena esperar.
A Ká disse que pensava em ser mãe como uam coisa bem bem distante, quase inexistente, rs. Mas hoje é o nosso MAIOR PROJETO, nosso maior sonho e sei que realizaremos.
Deus me ama, ouve minhas orações e graças a seu amor e misericórdia sou tão abençoada. Sou amada, cuidada, querida, consolada quando choro e tenho a liberdade de ser quem eu sou.
Amo, cuido, quero e consolo também. E acredito o AMOR sempre vence.
Acreditem no amor, ele existe.
Meu amor, ter você na minha vida é um verdadeiro presente. Eu sou feliz e grata por você ter sido capaz de despertar um sentimento em mim tão marailhoso, tão sublime e tão capaz de resistir e me fazer uma pessoa melhor. Sou feliz e completa com você.
Agora faltam apenas os frutos dessa árvore, rs. Te amo, te amo, te amo.
Bjos da sua eterna namorada, esposa e amante.
Tudo mudou...
Sempre gosto de lembrar de quando nos conhecemos. E muitas pessoas perguntam.
Eu que adoro ouvir as histórias das pessoas também faço questão de contar a nossa.
Nós trabalhavámos juntas na Av. Paulista (SP). Eu estava em uma situação bem caótica da minha vida, não acreditava mais no amor, não acreditava que um casal podesse se amar de verdade, acreditava que uma pessoa sempre ama mais que a outra e ponto, que eu teria que ficar feliz com a condição que tinha e me esforçar pra ser feliz. Comecei a acreditar que a graaaande maioria das pessoas viviam juntas por costume e não por amor.
Resumindo: acreditava que o AMOR é para poucos e que eu fazia parte da maioria.
A Ká estava numa boa, curtindo a vida, tranquila, não namorava até então e nunca havia namorado uma menina. Como ela mesma fala: "Eu estava deixando as coisas acontecerem..."
Eu já havia olhado para ela, a achava e ainda acho uma mulher cheirosa e atraente. Mas...até então o que havia me falado é que gostava de meninos, então fingi que acreditei, afinal eu já havia passado por isso de não me aceitar, rs.
Um vez uma colega de trabalho me chamou e falou baixinho: Olha pra essa menina que vai passar! Eu olhei. Ela perguntou: Você iria? (Traduzindo...você ficaria com ela?) e eu naturalmente respondi que sim.
A Ká me contou que me olhou desde o primeiro dia de uma forma diferente, me achou também muito atraente e sorridente, mas jamais imaginou que eu também gostava de meninas.
Os dias passaram e todos os dias ela me chamava mais atenção. Todos os dias meu coração se alegrava ao vê-la chegar, arrumavamos desculpas para estarmos juntas, estarmos perto uma da outra e começou a ficar perceptível para as outras pessoas.
Na festa de final de ano da empresa eu sai de casa decidida a beijar essa mulher. Me arrumei, me perfumei e saí de casa radiante, minha mãe falou pra mim: Isso mesmo filha, vai ser feliz...(e olha que eu não havia falado uma só palavra sobre a Ká e eu ainda).
E eu fui mesmo ser feliz. Cantei a minha mulher que já havia dado todos os indícios de que também estava muito "afim" de mim, com o tom de brincadeira, mas ela sabia bem o que eu estava querendo dizer. Perguntei a ela se ela havia gostado da minha maquiagem, do meu batom, ela disse que sim. Então perguntei: Meu batom está assim...me beija? E ela disse: sim. Então perguntei: Você beijaria? E ela: Ohhhh. Eu fiquei surpresa e repeti a pergunta e ela fez a mesma expressão e me falou: Renata...Renata: Não brinca com quem está quieto! E eu disse: É com quem está quieto mesmo que eu estou querendo brincar! E dei risada.
No meio da noite então a Ká veio falar comigo e demos um jeitinho de escapar das pessoas que estavam conosco (uma delas, uma amiga dela de infância) e...conseguimos.
O que deu toda a diferença e o que me fez mudar toda a minha idéia foi que, quando a beijei eu me senti como se tivesse sendo envolvida inteiramente por uma espécie de energia que nunca havia sentido antes. E ela me descrevei exatamente o que ela sentiu uns dias depois como se estivesse descrevendo exatamente o que eu senti.
Não fugi de tudo aquilo e nem ela, apesar de por um momento ou outro termos pensado duas vezes, tudo era mais forte que a gente.
Então decidimos encarar aquela paixão e vive-la inteiramente. Logo em seguida pedimos as contas da empresa e começamos a trabalhar juntas novamente em outra empresa, com um detalhe: aquela amiga dela de infência citada acima também foi trabalhar com a gente "por coincidência".
Eu já morava sozinha nesta época e uma das nossas desculpas para a minha sogra era que minha casa ficava mais próxima do trabalho e por isso uma ou duas vezes por semana a Ká dormia em casa.
Foram dois anos de namoro até decidirmos morar juntas e vivermos juntas.
Desde o primeiro até hoje não há nada que eu possa me arrenpender.
Tudo mudou, minha vida mudou, meu conceito de amor voltou, sim, porque eu sempre acreditei muito no amor (só não havia sentido ainda, mas acreditava que ele existia sim), estava bem descrente naquela época. A nossa rotina mudou, compra no super-mercado, projetos de vida, tudo, menos o meu sonho de ser mãe, porque esse me acompanha desde quando me conheço por gente, rs. Mas para o meu amor isso sim mudou, porque antes ela não tinha o projeto de maternidade.
Amo minha vida de casada, amo minha eterna namorada. Quero realizar o sonho de casar de verdade, com festa e tudo, mas pesamos muito o fato dos gastos, já que também queremos nossos filhotes, então...vamos calcular direitinho, rs.
Amo nossa história e sei que ela ainda vai mudar muito mais nossas vidas após realizarmos o sonho da maternidade e posso garantir que...estamos nos preparando para isso.
Um grande beijo a todas as pessoas apaixonadas pôr seus cônjuges.
Rê
Eu que adoro ouvir as histórias das pessoas também faço questão de contar a nossa.
Nós trabalhavámos juntas na Av. Paulista (SP). Eu estava em uma situação bem caótica da minha vida, não acreditava mais no amor, não acreditava que um casal podesse se amar de verdade, acreditava que uma pessoa sempre ama mais que a outra e ponto, que eu teria que ficar feliz com a condição que tinha e me esforçar pra ser feliz. Comecei a acreditar que a graaaande maioria das pessoas viviam juntas por costume e não por amor.
Resumindo: acreditava que o AMOR é para poucos e que eu fazia parte da maioria.
A Ká estava numa boa, curtindo a vida, tranquila, não namorava até então e nunca havia namorado uma menina. Como ela mesma fala: "Eu estava deixando as coisas acontecerem..."
Eu já havia olhado para ela, a achava e ainda acho uma mulher cheirosa e atraente. Mas...até então o que havia me falado é que gostava de meninos, então fingi que acreditei, afinal eu já havia passado por isso de não me aceitar, rs.
Um vez uma colega de trabalho me chamou e falou baixinho: Olha pra essa menina que vai passar! Eu olhei. Ela perguntou: Você iria? (Traduzindo...você ficaria com ela?) e eu naturalmente respondi que sim.
A Ká me contou que me olhou desde o primeiro dia de uma forma diferente, me achou também muito atraente e sorridente, mas jamais imaginou que eu também gostava de meninas.
Os dias passaram e todos os dias ela me chamava mais atenção. Todos os dias meu coração se alegrava ao vê-la chegar, arrumavamos desculpas para estarmos juntas, estarmos perto uma da outra e começou a ficar perceptível para as outras pessoas.
Na festa de final de ano da empresa eu sai de casa decidida a beijar essa mulher. Me arrumei, me perfumei e saí de casa radiante, minha mãe falou pra mim: Isso mesmo filha, vai ser feliz...(e olha que eu não havia falado uma só palavra sobre a Ká e eu ainda).
E eu fui mesmo ser feliz. Cantei a minha mulher que já havia dado todos os indícios de que também estava muito "afim" de mim, com o tom de brincadeira, mas ela sabia bem o que eu estava querendo dizer. Perguntei a ela se ela havia gostado da minha maquiagem, do meu batom, ela disse que sim. Então perguntei: Meu batom está assim...me beija? E ela disse: sim. Então perguntei: Você beijaria? E ela: Ohhhh. Eu fiquei surpresa e repeti a pergunta e ela fez a mesma expressão e me falou: Renata...Renata: Não brinca com quem está quieto! E eu disse: É com quem está quieto mesmo que eu estou querendo brincar! E dei risada.
No meio da noite então a Ká veio falar comigo e demos um jeitinho de escapar das pessoas que estavam conosco (uma delas, uma amiga dela de infância) e...conseguimos.
O que deu toda a diferença e o que me fez mudar toda a minha idéia foi que, quando a beijei eu me senti como se tivesse sendo envolvida inteiramente por uma espécie de energia que nunca havia sentido antes. E ela me descrevei exatamente o que ela sentiu uns dias depois como se estivesse descrevendo exatamente o que eu senti.
Não fugi de tudo aquilo e nem ela, apesar de por um momento ou outro termos pensado duas vezes, tudo era mais forte que a gente.
Então decidimos encarar aquela paixão e vive-la inteiramente. Logo em seguida pedimos as contas da empresa e começamos a trabalhar juntas novamente em outra empresa, com um detalhe: aquela amiga dela de infência citada acima também foi trabalhar com a gente "por coincidência".
Eu já morava sozinha nesta época e uma das nossas desculpas para a minha sogra era que minha casa ficava mais próxima do trabalho e por isso uma ou duas vezes por semana a Ká dormia em casa.
Foram dois anos de namoro até decidirmos morar juntas e vivermos juntas.
Desde o primeiro até hoje não há nada que eu possa me arrenpender.
Tudo mudou, minha vida mudou, meu conceito de amor voltou, sim, porque eu sempre acreditei muito no amor (só não havia sentido ainda, mas acreditava que ele existia sim), estava bem descrente naquela época. A nossa rotina mudou, compra no super-mercado, projetos de vida, tudo, menos o meu sonho de ser mãe, porque esse me acompanha desde quando me conheço por gente, rs. Mas para o meu amor isso sim mudou, porque antes ela não tinha o projeto de maternidade.
Amo minha vida de casada, amo minha eterna namorada. Quero realizar o sonho de casar de verdade, com festa e tudo, mas pesamos muito o fato dos gastos, já que também queremos nossos filhotes, então...vamos calcular direitinho, rs.
Amo nossa história e sei que ela ainda vai mudar muito mais nossas vidas após realizarmos o sonho da maternidade e posso garantir que...estamos nos preparando para isso.
Um grande beijo a todas as pessoas apaixonadas pôr seus cônjuges.
Rê
1 de junho de 2011
Nem tão forte assim...
Oi filhos! Hoje a mamãe esta com saudade daquilo que ainda não teve.
É estranha essa sensação, mas podem acreditar, ela existe.
Me lembro de quando eu era criança que eu olhava pra minha mãe e achava que ela era a pessoa mais forte do mundo, capaz de espantar todos os bichos do guarda-roupa ou debaixo da cama. E ela era mesmo, rs. Também achava que se ela estivesse por perto nada de mal nos aconteceria, nenhum ladrão ou polícía (eu morria de medo de policial kkkk), mas ninguém poderia fazer nada contra a gente.
Quero ser forte assim pra vocês também. E vocês terão duas mães e que serão super fortes, até que vocês comecem a chorar...
Mas a mamãe Rê quer também que vocês saibam que de vez enquando é dificil segurar a barra. Dentro do nosso peito bate um coração que pulsa cheio de vontade de fazer as coisas darem certo.
E nas veias tem muito sangue correndo quente e rápido que nos faz lutar pelos nossos sonhos, mesmo se alguém julga-los impossíveis.
Filhos vocês me fazem querer ser melhor e mais forte mesmo ainda não nascidos na carne mas já em meu coração.
Bjo
É estranha essa sensação, mas podem acreditar, ela existe.
Me lembro de quando eu era criança que eu olhava pra minha mãe e achava que ela era a pessoa mais forte do mundo, capaz de espantar todos os bichos do guarda-roupa ou debaixo da cama. E ela era mesmo, rs. Também achava que se ela estivesse por perto nada de mal nos aconteceria, nenhum ladrão ou polícía (eu morria de medo de policial kkkk), mas ninguém poderia fazer nada contra a gente.
Quero ser forte assim pra vocês também. E vocês terão duas mães e que serão super fortes, até que vocês comecem a chorar...
Mas a mamãe Rê quer também que vocês saibam que de vez enquando é dificil segurar a barra. Dentro do nosso peito bate um coração que pulsa cheio de vontade de fazer as coisas darem certo.
E nas veias tem muito sangue correndo quente e rápido que nos faz lutar pelos nossos sonhos, mesmo se alguém julga-los impossíveis.
Filhos vocês me fazem querer ser melhor e mais forte mesmo ainda não nascidos na carne mas já em meu coração.
Bjo
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